domingo, 1 de janeiro de 2012
Vagos escritos.
Escrever sem rumo nenhum. Dessa vez não por terapia, por monotonia. Temática? Aquele nada-com-nada que enche. Mania de poetiza essa minha, será esse meu estilo? Ou destino? Uma vez mais, tentativa de premeditar. Talvez porque o agora não me agrade. Ou às vezes, acostumei ao modo automático. Que vaziês de cabeça. Ou será de coração? Não aquele vazio costumeiramente cheio. Um vazio, vazio. Quase-vácuo. Com o quê preenche-se isso? Que não se interprete em isto uma reclamação. É simples inquietação. Criar. Penso ser a solução. Falta inspiração. Rimas pobres, vão ao chão. Falar de nada. Escrever sobre quase-nada. Para ninguém além de mim. Para nenhum ler. Chuva que não para de chover. Lá fora. Aqui dentro parece quase intacto. Ao menos por hoje. E que assim permaneça, permanentemente, nesse ano que acaba de abrir sua primeira página.
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Um comentário:
Bem escrito, continue praticando e inspiração vem da prática constante e de ser curioso sempre :-)
Sobre a CH, o blog ainda pode voltar, mas depende das leitoras pedirem a volta dele lá no site.
Beijo e um 2012 sem apocalipses ;-)
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